As integrações da Xeqmate cobrem os dois sentidos da operação: na entrada, câmeras, DVRs e NVRs de qualquer marca via RTSP, RTMP ou P2P; na saída, alertas entregues ao seu sistema por webhook, ao seu time por Telegram e push, dados consultáveis pela API externa e integrações com os programas de segurança pública.
A Xeqmate se integra em três frentes: entrada de vídeo (câmeras IP, DVRs e NVRs de qualquer marca via RTSP, RTMP ou P2P, sem troca de equipamentos), saída de eventos (webhooks com JSON assinado, alertas por Telegram e notificações push) e consulta de dados pela API externa REST. Além disso, conecta-se aos programas de segurança pública Smart Sampa, Muralha Paulista, Alerta Brasil e Helios MG.
Cada frente é detalhada abaixo. Se a sua dúvida é sobre a plataforma em si — gravação, IA, multi-tenant —, comece pela página VMS SaaS.
A diferença entre eles é quem inicia a conexão — e é isso que define qual funciona na sua rede.
No RTSP, o servidor da Xeqmate conecta na câmera, no DVR ou no NVR e pede o stream — é a língua comum do CFTV, presente em praticamente toda câmera IP profissional. Como quem inicia a conexão é a plataforma, o equipamento precisa ser alcançável pela internet (IP fixo ou DDNS com porta redirecionada, ou VPN). É o caminho de mão dupla, que também permite comandos PTZ.
No RTMP, a direção inverte: a câmera ou o encoder envia o vídeo para uma URL exclusiva gerada pela plataforma. A conexão é de saída, então não precisa de IP público, DDNS nem porta aberta — funciona atrás de CGNAT, em fibra residencial, 4G e locais onde ninguém tem acesso ao roteador. Exige equipamento com a função de envio RTMP no firmware.
Câmeras P2P mantêm um túnel fechado com a nuvem do próprio fabricante. Para alguns fabricantes suportados, a Xeqmate cadastra a câmera pelo protocolo P2P (número serial, porta RTSP e credenciais) e busca o vídeo por dentro desse túnel — sem IP público, como no RTMP. Para os demais modelos, o caminho é habilitar o RTSP ou o RTMP da própria câmera.
E ONVIF? ONVIF é um padrão de descoberta e controle de câmeras — ele lista os streams e informa a URL de cada um, mas não transporta vídeo sozinho: por baixo, o vídeo vai por RTSP. Na prática, câmeras ONVIF entram na Xeqmate via RTSP. O detalhamento dos três protocolos, com os cenários de rede de cada um, está no artigo RTSP, RTMP e P2P: qual a diferença.
Os eventos tratados na central de eventos também saem da plataforma — para o seu sistema, para o Telegram e para o celular da equipe.
A cada alerta de placa, alerta de característica de veículo ou alerta facial, a plataforma faz um POST HTTP para a URL do seu sistema com um JSON de formato fixo e documentado. A entrega leva token no cabeçalho Authorization: Bearer e assinatura HMAC no cabeçalho X-Xeqmate-Signature, para o seu sistema validar a origem. Você escolhe as câmeras e os tipos de evento que disparam o envio, e cada câmera e evento pode ter um código externo — o identificador que o seu sistema já usa.
Cada usuário pode receber os alertas direto no próprio Telegram, configurando o Chat ID no perfil e escolhendo, nas preferências, quais tipos de notificação recebe por lá. Também é possível enviar alertas para grupos do Telegram — útil para a equipe de monitoramento acompanhar tudo em um só canal.
Alertas chegam como notificações push e popup no painel web e nos aplicativos Android e iOS, com preferências de alerta por usuário — cada um recebe só o que é relevante para a sua função.
O webhook empurra eventos para o seu sistema; a API externa é o caminho inverso — o seu sistema consulta a Xeqmate. É uma API REST com token por cliente (habilitado pelo administrador da plataforma), somente HTTPS, que cobre câmeras, trechos de gravação com URLs de vídeo assinadas, passagens de placa e faciais e gestão de usuários, com paginação, limite de requisições declarado e auditoria de todas as chamadas.
Os endpoints, os exemplos de requisição e os códigos de resposta estão documentados na página da API da Xeqmate.
Somente as câmeras que você escolher entram em cada programa; o órgão recebe apenas o tipo de dado previsto, e o restante da operação permanece privado. Detalhes em soluções para segurança pública.
Envio automático de leituras de placas para o Helios, a plataforma de videomonitoramento integrado da segurança pública de Minas Gerais, alimentando a base de monitoramento veicular do estado.
Compartilhamento bidirecional com a plataforma da Prefeitura de São Paulo: câmeras, leitura de placas e reconhecimento facial integrados à rede municipal de videomonitoramento.
Integração com o cerco eletrônico do Governo do Estado de São Paulo: envio de faces e placas e alertas de interesse, com as câmeras cadastradas na base estadual com localização e capacidades.
Consulta e envio de placas ao Alerta Brasil, a base nacional da Polícia Rodoviária Federal, cruzando as leituras das suas câmeras de LPR com veículos de interesse em todo o país.
A adesão segue o mesmo caminho em todos os programas: credenciamento junto ao órgão, cadastro da integração na plataforma e seleção das câmeras participantes, uma a uma. No Alerta Brasil não há credencial para pedir — a integração usa a credencial da própria plataforma junto à PRF.
Sim, por dois caminhos que se complementam: o webhook, em que a Xeqmate envia os alertas de placa e faciais para a URL do seu sistema em JSON de formato fixo e assinado; e a API externa, em que o seu sistema consulta câmeras, gravações, passagens e usuários. Seu sistema só precisa aceitar chamadas HTTP.
Não necessariamente. Com RTMP, a câmera envia o vídeo para a plataforma por uma conexão de saída — funciona atrás de CGNAT, em 4G e sem acesso ao roteador. O mesmo vale para o P2P nos fabricantes suportados. O RTSP é o caminho que exige endereço alcançável (IP fixo ou DDNS com porta redirecionada, ou VPN).
Câmeras ONVIF entram na plataforma via RTSP. O ONVIF é um padrão de descoberta e controle — ele informa a URL do stream, mas o vídeo em si viaja por RTSP. Se a câmera "tem ONVIF", ela tem RTSP, e é por ele que o cadastro é feito.
Alertas de placa, alertas de característica de veículo e alertas faciais das câmeras que você vincular à integração. Cada entrega é um POST com JSON de formato fixo, token Bearer e assinatura HMAC no cabeçalho X-Xeqmate-Signature, com identificador único de entrega para descartar duplicatas.
Cada programa tem seu processo de credenciamento junto ao órgão (termo de adesão ou convênio). Com as credenciais em mãos, a integração é cadastrada na plataforma e você seleciona, câmera por câmera, o que participa. No Alerta Brasil a credencial é da própria plataforma — não há chave para solicitar.
Não. Somente as câmeras que você selecionar entram na integração, e o órgão recebe apenas o tipo de dado previsto no programa — vídeo ao vivo, leituras de placa ou cadastro das câmeras, conforme o caso. Gravações, relatórios e o restante da operação permanecem privados.
30 minutos com nosso time: conectamos uma câmera da sua operação ao vivo e mostramos webhooks, API e integrações no caminho que faz sentido para o seu sistema.
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