Uma plataforma de videomonitoramento para segurança pública precisa ir além de ver câmeras: cruzar leituras de placas com bases oficiais, organizar o conhecimento sobre indivíduos de interesse e transformar gravação em evidência utilizável. A Xeqmate reúne isso em um único sistema, com integrações reais aos programas Helios MG, Smart Sampa, Muralha Paulista e Alerta Brasil.
A Xeqmate oferece à segurança pública videomonitoramento com gravação e IA, leitura automática de placas com ferramentas investigativas (coincidências, comboio, mapa de calor), reconhecimento facial, módulo de indivíduos de interesse com dossiê e grafo de vínculos, app de patrulha para leitura de placas em campo e integrações homologadas com quatro programas públicos: Helios MG, Smart Sampa, Muralha Paulista e Alerta Brasil (PRF). Tudo com controle de acesso por permissão e trilha de auditoria.
O modelo atende tanto o órgão que opera o próprio cerco eletrônico quanto o município, a empresa ou o condomínio que quer integrar suas câmeras à rede pública. A plataforma roda na nuvem ou on-premise, conectando câmeras de qualquer marca via RTSP, RTMP ou P2P — a mesma base descrita na página VMS para centrais de monitoramento.
Quatro integrações em operação, cada uma com o escopo definido pelo próprio programa.
Envio automático das leituras de placas das câmeras selecionadas para o sistema Helios, da Polícia Militar de Minas Gerais.
Compartilhamento bidirecional com a rede municipal: câmeras, leituras de placas e reconhecimento facial integrados ao programa Smart Sampa.
Envio de faces e placas ao programa estadual, com alertas de interesse retornando à operação.
Consulta e envio de leituras de placas à base nacional da Polícia Rodoviária Federal.
Em todas as integrações, somente as câmeras selecionadas participam — a escolha é feita câmera por câmera — e o órgão recebe apenas o tipo de dado previsto no programa; gravações e relatórios permanecem privados. A adesão segue o credenciamento de cada programa (termo de adesão ou convênio), e as credenciais recebidas são cadastradas na plataforma. Além dos programas públicos, a operação conta com webhooks, API e alertas via Telegram.
O conhecimento da operação sobre pessoas investigadas, organizado e pesquisável.
Dados civis, alcunhas e nomes falsos, características físicas, faces, tatuagens e cicatrizes, endereços, contatos, veículos, passagens criminais e ocorrências — em uma única página. As faces cadastradas alimentam a busca facial e os alertas de face.
A rede de relacionamentos do investigado desenhada em até 3 níveis de profundidade: quem se relaciona com quem, com o tipo de vínculo sobre cada ligação. Clicar em um nó abre o dossiê daquela pessoa.
Endereços georreferenciados dos indivíduos, pontos de interesse e áreas de atuação visualizados no mapa da operação.
Cadastros organizados por organizações, tags e áreas de atuação, para segmentar consultas e alertas conforme o trabalho de cada equipe.
A leitura de placas como ferramenta de investigação, não só de registro.
O funcionamento completo do módulo está na página de leitura de placas (LPR).
O operador localiza o fato no player e exporta o trecho original — cortes de até 60 minutos, disponíveis por 30 dias para download e arquivamento junto ao procedimento.
Relatórios de passagens exportáveis em CSV, Excel ou PDF — o PDF traz os filtros aplicados e o total no cabeçalho, documentando o recorte feito.
Quem consultou, quem gerou o corte, quando e de que IP: as ações dos usuários ficam na trilha de auditoria, sustentando a cadeia de custódia do material entregue.
O acesso é controlado por permissão: cada usuário — operador de sala, investigador, gestor — enxerga somente os locais, câmeras e módulos liberados, com dupla autenticação (2FA) disponível. A plataforma foi desenhada considerando a LGPD: base legal, finalidade, transparência e retenção sob controle do contratante.
Quatro: Helios MG (envio automático de leituras de placas à PM de Minas Gerais), Smart Sampa (compartilhamento bidirecional de câmeras, placas e faces com a Prefeitura de São Paulo), Muralha Paulista (envio de faces e placas ao Governo do Estado de SP, com alertas de interesse) e Alerta Brasil (consulta e envio de placas à base nacional da PRF).
Primeiro vem o credenciamento junto ao órgão (termo de adesão ou convênio), que fornece as credenciais da integração. Depois, a integração é cadastrada na plataforma com essas credenciais e as câmeras participantes são selecionadas uma a uma. A partir daí a sincronização é automática.
Não. Somente as câmeras escolhidas entram na integração, e o órgão recebe apenas o tipo de dado previsto no programa (vídeo ao vivo, leituras de placa ou cadastro das câmeras). As gravações, os relatórios e o restante da operação permanecem privados.
É o cadastro estruturado de pessoas investigadas: dossiê com dados civis, faces, tatuagens, endereços, veículos e passagens criminais; grafo de vínculos em até 3 níveis; mapa de indivíduos, pontos de interesse, áreas de atuação, organizações e tags. As faces cadastradas alimentam a busca facial e os alertas de face.
O operador localiza o fato na gravação e exporta o corte original (até 60 minutos por trecho, disponível por 30 dias para download e arquivamento). Relatórios de passagens saem em CSV, Excel ou PDF com os filtros documentados. A trilha de auditoria registra quem gerou e consultou o quê, quando e de que IP.
A plataforma foi desenhada considerando a LGPD: acesso por permissão (cada usuário vê apenas o que foi liberado), trilha de auditoria completa, retenção sob controle do contratante, transparência e dupla autenticação disponível. A base legal e a finalidade do tratamento são definidas pelo órgão contratante.
30 minutos com nosso time: conectamos uma câmera ao vivo, mostramos o LPR investigativo, os indivíduos de interesse e as integrações públicas, e você sai com o custo do seu cenário.
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