Um VMS em nuvem (cloud VMS) recebe o vídeo das suas câmeras pela internet e cuida do resto — gravação, inteligência artificial, alertas e acesso de qualquer lugar — sem nenhum servidor para comprar ou manter. A Xeqmate é uma plataforma de videomonitoramento em nuvem que também opera on-premise, quando a operação exige.
VMS em nuvem é um sistema de gerenciamento de vídeo (Video Management System) que roda em servidores na internet, em vez de rodar em um computador ou gravador instalado no local. As câmeras enviam o vídeo pela internet, e a plataforma grava, processa com IA e entrega as imagens ao vivo e as gravações em navegador e aplicativo. Não há servidor, DVR dedicado nem software local para instalar e manter.
O VMS em nuvem é a variante mais comum do VMS SaaS: o software é contratado como serviço, por assinatura, e a infraestrutura fica por conta do fornecedor. Para quem chega ao tema sem conhecer a sigla VMS, a página videomonitoramento em nuvem explica o mesmo conceito em linguagem não técnica. Aqui, o foco é mostrar como um cloud VMS funciona ponta a ponta — da câmera à tela do operador.
O caminho do vídeo, da lente da câmera até o alerta na tela — sem troca de equipamentos.
Câmeras IP, DVRs e NVRs de qualquer marca entram na plataforma por três caminhos — sem trocar equipamentos.
O servidor na nuvem se conecta ao endereço da câmera e pede o stream. Requer que a câmera seja alcançável pela internet (IP fixo ou DDNS com porta liberada). É o protocolo padrão de câmeras IP, DVRs e NVRs profissionais — e o caminho de mão dupla, com comandos PTZ. Câmeras ONVIF entram por aqui: o ONVIF descobre a URL, o vídeo viaja por RTSP.
A direção inverte: a plataforma gera uma URL exclusiva, você a configura na câmera ou DVR, e o equipamento passa a transmitir para a nuvem. Como a conexão é de saída, funciona atrás de CGNAT, IP dinâmico e roteador fechado — sem abrir porta nenhuma.
Para fabricantes suportados, a câmera é cadastrada pelo número serial e o servidor com processamento P2P busca o vídeo pelo túnel do fabricante — também sem IP público. Para os demais casos, habilitar o RTSP da câmera resolve.
Um ponto que merece planejamento: câmera consome upload, o dia inteiro — o vídeo sempre sai do local, tanto em RTSP quanto em RTMP. Antes de conectar muitas câmeras num mesmo link, vale somar o bitrate delas e conferir se cabe no upload contratado com folga. Esse dimensionamento é parte do que revisamos na demonstração.
Num VMS em nuvem, a inteligência artificial roda no servidor, não na câmera. Qualquer câmera com vídeo RTSP ou RTMP recebe IA, sem hardware especial.
O detalhamento dos analíticos, com calibração e condições de disparo, está em videomonitoramento com IA.
Cada câmera tem um plano de gravação: a combinação de resolução e dias de retenção (ex.: 7, 15 ou 30 dias) que define o que fica guardado e quanto custa. O vídeo mais antigo que a janela de retenção é descartado automaticamente, e a cobrança é proporcional aos dias de uso. Precisa guardar um trecho para sempre? Exporte um corte — ele fica 30 dias disponível para download e pode ser arquivado fora da plataforma.
Como as imagens ficam em servidores fora do local monitorado, um furto ou dano ao equipamento não leva as gravações junto — uma diferença prática importante em relação ao DVR na portaria. Os detalhes de plano, retenção e exportação estão em gravação de câmeras na nuvem.
Web (app.xeqmate.com) e aplicativos Android e iOS. Mosaicos personalizáveis, abas, ronda, PTZ com presets e tour, mapa de câmeras e link público para incorporar câmera em site.
Gravações na linha do tempo, busca inteligente de eventos de IA e exportação de trechos para download — o corte fica 30 dias disponível para baixar e arquivar.
Cada usuário vê somente os locais, câmeras e módulos liberados pelo administrador, com papéis, dupla autenticação (2FA), gestão de sessões e auditoria completa de atividades.
Nem toda operação deve ir para a nuvem. A Xeqmate oferece os dois modelos na mesma plataforma, então a resposta pode ser sincera.
Você não quer comprar nem manter servidor; a operação está espalhada em vários locais; a escala muda com frequência (câmeras entram e saem); e você quer velocidade — no modelo em nuvem, as primeiras câmeras entram no ar durante a própria demonstração.
O volume de câmeras num mesmo local é grande; a política interna exige que o vídeo fique na estrutura da organização; ou a banda de upload do local é limitada demais para enviar todos os streams à internet. Nesses casos, o servidor de gravação fica no local — com a mesma interface e os mesmos módulos.
Na Xeqmate, servidores de gravação em nuvem e on-premise convivem na mesma plataforma, com preços distintos por tipo — dá para começar na nuvem e levar um site grande para on-premise depois, ou operar os dois ao mesmo tempo. O guia completo de decisão está em VMS local ou VMS em nuvem: como escolher.
VMS SaaS descreve o modelo comercial: software entregue como serviço, por assinatura. VMS em nuvem descreve a infraestrutura: o processamento e a gravação rodam em servidores na internet. Um VMS SaaS geralmente é em nuvem, mas — como na Xeqmate — o mesmo serviço pode operar com servidores on-premise. Veja a página VMS SaaS.
Não. Câmeras IP, DVRs e NVRs de qualquer marca entram na plataforma via RTSP, RTMP ou P2P. Câmeras com ONVIF entram via RTSP — o ONVIF descobre a URL do stream, e o vídeo viaja por RTSP. A IA roda no servidor, então não são necessárias câmeras especiais.
Sim, pelo RTMP: a câmera abre uma conexão de saída e envia o vídeo para a plataforma, sem precisar de IP público, DDNS ou porta aberta no roteador. Para fabricantes suportados, o protocolo P2P da plataforma também funciona sem IP público.
Pelo tempo definido no plano de gravação de cada câmera — por exemplo 7, 15 ou 30 dias. O vídeo mais antigo que a janela de retenção é descartado automaticamente. Trechos exportados ficam 30 dias disponíveis para download e podem ser arquivados fora da plataforma.
O consumo é de upload e depende da resolução, do FPS e do bitrate configurados em cada câmera — o envio é contínuo, mesmo sem ninguém assistindo. Por isso o dimensionamento do link do local faz parte da conversa antes de conectar as câmeras. Quando a banda do local não comporta, o modo on-premise é a alternativa na mesma plataforma.
A Xeqmate oferece servidores de gravação on-premise: o vídeo é gravado e processado na estrutura do cliente, com a mesma interface, os mesmos módulos e o mesmo painel — inclusive convivendo com câmeras em nuvem na mesma operação.
A IA roda no servidor: qualquer câmera com vídeo RTSP ou RTMP recebe analíticos de detecção de pessoa, veículo, objeto, fogo e EPIs, além de leitura de placas e reconhecimento facial — sem hardware especial na ponta.
30 minutos com nosso time: conectamos uma câmera da sua operação ao vivo na nuvem, você vê gravação e IA rodando e sai com o custo do seu cenário.
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