VSaaS é o videomonitoramento entregue como serviço: em vez de comprar servidores e licenças, a operação assina uma plataforma que cuida de gravação, alertas e inteligência artificial. Nesta página, explicamos o que é VSaaS, o que o diferencia de VMS, VMS SaaS e Cloud VMS — e como a Xeqmate opera tanto na nuvem quanto on-premise.
VSaaS (Video Surveillance as a Service) é o modelo em que o videomonitoramento é contratado como serviço, por assinatura, em vez de comprado como equipamento e licença. As câmeras enviam o vídeo para uma plataforma mantida pelo fornecedor — normalmente em nuvem —, que grava, processa e entrega imagens e alertas pelo navegador e por aplicativo. A operação paga pelo que usa e o fornecedor cuida de infraestrutura e atualizações.
Na prática, o VSaaS transfere para o fornecedor tudo o que antes era problema do cliente: dimensionar servidor, instalar software, aplicar atualizações, garantir espaço de gravação. O que fica com o cliente é o uso: assistir ao vivo, rever gravações, tratar alertas, gerenciar usuários. É o mesmo movimento que aconteceu com e-mail, ERP e telefonia — o software deixa de ser um produto instalado e vira um serviço contínuo.
O termo aparece junto de vários outros parecidos — VMS, VMS SaaS, Cloud VMS, on-premise. Eles não são sinônimos exatos, e entender a diferença ajuda a comparar propostas com clareza. Se quiser começar pelo básico, o artigo o que é um VMS explica o conceito de gestão de vídeo do zero; o artigo o que é VSaaS aprofunda o modelo de serviço.
Cinco termos que o mercado usa — às vezes de forma trocada. Aqui está o que cada um significa.
O software de gestão de vídeo em si: visualização ao vivo, gravação, reprodução, usuários e alertas. Tradicionalmente era instalado em um servidor na estrutura do cliente, com licença comprada. O termo VMS descreve o que o software faz, não onde ele roda.
A categoria de serviço: videomonitoramento entregue por assinatura, com o fornecedor mantendo a infraestrutura. O foco do termo está no modelo comercial e operacional — serviço contínuo em vez de produto instalado.
Um VMS completo entregue no modelo SaaS: gestão de vídeo, gravação, IA, multi-tenant, permissões e API, tudo por assinatura. É a interseção dos dois termos anteriores — e é como a Xeqmate se descreve. Todo VMS SaaS é um VSaaS; nem todo VSaaS oferece um VMS completo.
Um VMS hospedado em nuvem: o software e a gravação rodam em servidores do fornecedor, acessados pela internet. O termo enfatiza a infraestrutura (nuvem), enquanto VSaaS enfatiza o modelo de contratação (serviço). Na prática, um Cloud VMS por assinatura é um VMS SaaS. Veja VMS em nuvem.
O VMS rodando na estrutura do próprio cliente: servidor local, gravação local, processamento local. É o modelo tradicional — e continua fazendo sentido para grandes volumes de câmeras ou políticas internas que exigem o vídeo dentro de casa. O guia VMS local ou em nuvem compara os dois caminhos.
Quando a mesma plataforma opera servidores de gravação em nuvem e on-premise, com uma única interface. É o caso da Xeqmate: câmeras cloud e locais convivem no mesmo painel, com preços distintos por tipo de servidor de gravação.
Como os modelos se comportam nos pontos que mais pesam na decisão. A Xeqmate opera nos dois — e por isso a coluna híbrida é a dela.
| Critério | VMS tradicional on-premise | VSaaS / VMS SaaS em nuvem | Modelo híbrido (Xeqmate) |
|---|---|---|---|
| Onde roda o software | Servidor na estrutura do cliente | Nuvem do fornecedor, acesso via navegador e app | Nuvem e/ou servidor local — mesma plataforma e interface |
| Investimento inicial | Alto: servidor, storage e instalação | Baixo: sem servidor para comprar | Baixo na nuvem; servidor local só onde a operação exigir |
| Licença | Licença perpétua ou por versão, paga adiantado | Assinatura mensal por câmera e módulos | Assinatura mensal por câmera e módulos, com preços distintos por tipo de servidor de gravação |
| Atualizações | Responsabilidade do cliente; podem exigir parada e reinstalação | Contínuas, aplicadas pelo fornecedor | Contínuas, aplicadas pelo fornecedor nos dois modelos |
| Escalabilidade | Limitada pelo servidor comprado; crescer exige novo hardware | Adicionar câmera é ajustar a assinatura | Câmeras cloud entram na hora; câmeras locais crescem com o servidor on-premise |
| Dependência de internet | Baixa para gravar; alta para acesso remoto | A câmera precisa de conexão para enviar o vídeo | Gravação local independe do link externo; nuvem exige conexão da câmera |
| Quem mantém a infraestrutura | O cliente (hardware, sistema operacional, backups) | O fornecedor | Fornecedor na nuvem; no on-premise, o hardware é do cliente e a plataforma é mantida pelo fornecedor |
Não existe modelo "certo" universal: a escolha depende de volume de câmeras, políticas de dados e estrutura disponível. O ponto que vale destacar é que ela não precisa ser definitiva nem excludente — numa plataforma híbrida, uma mesma operação pode gravar as filiais na nuvem e a matriz em servidor local.
Servidores de gravação em nuvem e locais convivem na mesma plataforma. Os módulos abaixo funcionam nos dois modelos, porque a IA processa o vídeo no servidor — qualquer câmera com RTSP, RTMP ou P2P serve, sem hardware especial.
Placas antigas e Mercosul, alertas de placa, busca de passagens por placa, foto ou voz, relatórios de coincidência, comboio e fluxo.
Conhecer o LPRMonitoramento de faces em tempo real, alertas de face, pesquisa de passagens e comparação de dois rostos.
Conhecer o facialDetecção de movimento, pessoa, veículo, objeto, fogo e EPIs, com áreas de detecção, sensibilidade e horários configuráveis.
Conhecer a IAVisitantes, prestadores, encomendas e passagem de turno na portaria; reservas, avisos e convites no app do morador.
Conhecer o móduloDomínio próprio, logos, cores, contatos, lojas de aplicativo e termos legais com a marca do integrador.
Ver o white-labelAPI REST documentada com token por cliente, e webhooks assinados que entregam alertas de placa e face ao seu sistema.
Ver a APIPara quem está avaliando fornecedores, a página VMS SaaS detalha a plataforma completa, e o guia de critérios para comparar plataformas VMS SaaS lista as perguntas que valem para qualquer fornecedor.
Quase. VSaaS é a categoria: videomonitoramento entregue como serviço, por assinatura. VMS SaaS enfatiza que o produto é um VMS completo — gestão de vídeo, gravação, IA, usuários e permissões — nesse modelo de serviço. Todo VMS SaaS é um VSaaS; nem todo VSaaS entrega um VMS completo.
Sim. A Xeqmate é uma plataforma VMS entregue como serviço: assinatura mensal por câmera e módulos, sem licença perpétua, com acesso via navegador e aplicativos Android/iOS. E vai além do VSaaS típico: a mesma plataforma também opera com servidores de gravação on-premise.
Cloud VMS descreve a infraestrutura: um VMS hospedado em nuvem. VSaaS descreve o modelo de contratação: serviço por assinatura. Um Cloud VMS contratado por assinatura é, na prática, um VSaaS — os termos se sobrepõem, mas olham para lados diferentes da mesma oferta.
Na Xeqmate, sim: câmeras IP, DVRs e NVRs de qualquer marca se conectam via RTSP, RTMP ou P2P, sem troca de equipamentos. Câmeras com ONVIF entram via RTSP, já que ONVIF é um padrão de descoberta e controle — o vídeo em si trafega por RTSP.
O VSaaS típico grava na nuvem, com plano por câmera definido por resolução e dias de retenção. Na Xeqmate, a gravação pode ser em nuvem ou em servidor on-premise na estrutura do cliente — os dois tipos convivem na mesma plataforma, com preços distintos.
Na Xeqmate, é assinatura mensal por câmera (resolução × dias de retenção) mais os módulos contratados, com valor mínimo mensal e cobrança proporcional aos dias de uso. Sem licença perpétua e sem investimento obrigatório em servidor no modelo em nuvem.
30 minutos com nosso time: conectamos uma câmera da sua operação ao vivo, você vê LPR e facial rodando e sai com o custo do seu cenário.
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